{"id":44099,"date":"2026-09-07T10:14:02","date_gmt":"2026-09-07T13:14:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/?p=44099"},"modified":"2026-09-07T10:14:02","modified_gmt":"2026-09-07T13:14:02","slug":"20-mi-de-criancas-e-adolescentes-sofreram-abuso-sexual-online-em-um-periodo-de-um-ano-revela-unicef","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/20-mi-de-criancas-e-adolescentes-sofreram-abuso-sexual-online-em-um-periodo-de-um-ano-revela-unicef\/","title":{"rendered":"\u00a020 mi de crian\u00e7as e adolescentes sofreram abuso sexual online em um per\u00edodo de um ano revela Unicef"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estima-se que 20 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes entre 12 e 17 anos, quase um em cada cinco, tenham sofrido pelo menos uma forma de explora\u00e7\u00e3o e abuso sexual facilitados pela tecnologia em um \u00fanico ano, em 21 pa\u00edses, segundo um novo relat\u00f3rio publicado hoje pelo UNICEF.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"500\" src=\"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/UNICEF.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-44100\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com os resultados, cerca de 60% dos casos ocorreram em plataformas de redes sociais como Facebook,Instagram, Snapchat, TikTok e WhatsApp, e 14% em jogos online. O relat\u00f3rio destaca que caracter\u00edsticas, funcionalidades e elementos de design dessas plataformas foram utilizados para explorar a confian\u00e7a das crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O relat\u00f3rio destaca que caracter\u00edsticas, funcionalidades e elementos de design dessas plataformas foram utilizados para explorar a confian\u00e7a das crian\u00e7as. Em Montenegro, mais de 80% dos casos relatados estavam relacionados a redes sociais, enquanto na Col\u00f4mbia essas plataformas estiveram associadas a mais da metade dos casos. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, 19% das crian\u00e7as e adolescentes de 12 a 17 anos relatam ter sofrido explora\u00e7\u00e3o e\/ou abuso sexual facilitados pela tecnologia em um per\u00edodo de 12 meses, o equivalente a cerca de 3 milh\u00f5es de meninas e meninos. A exposi\u00e7\u00e3o a conte\u00fado sexual n\u00e3o solicitado foi a forma mais comum de viol\u00eancia, afetando 14% dos entrevistados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quase metade dos casos (49%) foi cometida por algu\u00e9m conhecido da v\u00edtima, e 34% das crian\u00e7as e adolescentes n\u00e3o contaram o ocorrido a ningu\u00e9m. A pesquisa tamb\u00e9m mostrou que 66% dos casos ocorreram por meios digitais, principalmente em redes sociais e aplicativos de mensagens (64%), seguidos por jogos online (12%). Entre as plataformas mais citadas pelas v\u00edtimas estavam Instagram (59%) e WhatsApp (51%). Em mais da metade dos casos envolvendo pessoas conhecidas, o primeiro contato com o agressor ocorreu no ambiente online.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Unicef<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estima-se que 20 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes entre 12 e 17 anos, quase um em cada cinco, tenham sofrido pelo menos uma forma de explora\u00e7\u00e3o e abuso sexual facilitados pela tecnologia em um \u00fanico ano, em 21 pa\u00edses, segundo um novo relat\u00f3rio publicado hoje pelo UNICEF. 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