{"id":42973,"date":"2026-03-07T09:40:06","date_gmt":"2026-03-07T12:40:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/?p=42973"},"modified":"2026-03-07T09:40:07","modified_gmt":"2026-03-07T12:40:07","slug":"onde-elas-quiserem-a-forca-feminina-que-ocupa-os-diversos-lugares-na-uesb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/onde-elas-quiserem-a-forca-feminina-que-ocupa-os-diversos-lugares-na-uesb\/","title":{"rendered":"Onde elas quiserem: a for\u00e7a feminina que ocupa os diversos lugares na Uesb"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Pesquisadoras-no-Laboratorio-da-Uesb.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42974\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pesquisadoras no Laborat\u00f3rio da UESB<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Agr\u00e1rias enfrentando a lida bruta do campo tem, historicamente, um rosto masculino. No entanto, esse retrato emoldurado por d\u00e9cadas de exclus\u00e3o est\u00e1 sendo quebrado. Hoje, a presen\u00e7a feminina n\u00e3o apenas cresce, ela redefine fronteiras e ocupa espa\u00e7os que antes pareciam intranspon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio de transforma\u00e7\u00e3o, a Uesb se destaca como um reflexo vivo dessa mudan\u00e7a. Pelos corredores dos seus tr\u00eas campi, a presen\u00e7a feminina deixa de ser uma estat\u00edstica para se tornar for\u00e7a motriz de produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e transforma\u00e7\u00e3o social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A professora Simone Gualberto, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Ambientais da Uesb, \u00e9 uma dessas mulheres. Para ela, a presen\u00e7a feminina na ci\u00eancia tem sido um motor de transforma\u00e7\u00e3o social, rompendo barreiras hist\u00f3ricas de acesso ao Ensino Superior. \u201cHoje, participamos de forma cada vez mais ativa da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e contribu\u00edmos para ampliar os olhares e as solu\u00e7\u00f5es para os desafios da sociedade\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo de sua hist\u00f3ria, a Uesb vem buscando incentivar esse protagonismo por meio de grupos de pesquisa e laborat\u00f3rios que integram docentes e discentes em \u00e1reas estrat\u00e9gicas, como Tecnologia, Meio Ambiente e Inova\u00e7\u00e3o. Simone ressalta que a Universidade tem buscado reconhecer os desafios enfrentados pelas pesquisadoras para consolidar suas trajet\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, ao dar visibilidade a essas contribui\u00e7\u00f5es, a Institui\u00e7\u00e3o ajuda a construir um ambiente cient\u00edfico mais inclusivo. \u201cValorizar a presen\u00e7a das mulheres na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento \u00e9 fundamental para fortalecer uma ci\u00eancia mais diversa, mais justa e mais conectada com as necessidades da sociedade\u201d, pontua a professora.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a professora Silmara Carvalho, coordenadora do curso de Zootecnia, a amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a feminina acompanha a pr\u00f3pria diversidade de \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o. Segundo ela, o trabalho do zootecnista vai muito al\u00e9m do manejo animal. \u201cA Zootecnia envolve ci\u00eancia, produ\u00e7\u00e3o de alimentos, sustentabilidade e cuidado com os animais. As mulheres t\u00eam mostrado, cada vez mais, que t\u00eam muito a contribuir nesse campo\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora destaca ainda a import\u00e2ncia de as jovens n\u00e3o se deixarem limitar por estere\u00f3tipos de g\u00eanero.&nbsp;Embora algumas atividades pr\u00e1ticas possam parecer desafiadoras inicialmente, especialmente aquelas ligadas ao manejo direto com os animais, na pr\u00e1tica, as alunas demonstram seguran\u00e7a e compet\u00eancia no desenvolvimento dessas atividades. \u201cSe existe interesse, curiosidade e vontade de aprender, j\u00e1 \u00e9 um \u00f3timo come\u00e7o\u201d, completa Silmara.<\/p>\n\n\n\n<p>A inseguran\u00e7a feminina na Bahia \u2013&nbsp;A celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Mulher tamb\u00e9m convida \u00e0 reflex\u00e3o sobre a realidade da viol\u00eancia enfrentada por muitas brasileiras. A professora Zoraide Cruz, diretora do Departamento de Ci\u00eancias Humanas, Educa\u00e7\u00e3o e Linguagens (Dchel) da Uesb, desenvolve uma pesquisa que analisa dados sobre a viol\u00eancia contra a mulher na Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o estudo, a maioria das v\u00edtimas de feminic\u00eddio no estado tem entre 20 e 40 anos, faixa que representa 61% dos casos. Entre elas, 82,5% s\u00e3o mulheres negras ou pardas. Os dados mostram ainda que 91,7% dos casos s\u00e3o classificados como feminic\u00eddio \u00edntimo, quando h\u00e1 v\u00ednculo afetivo ou familiar entre v\u00edtima e agressor.<\/p>\n\n\n\n<p>Ascom\/Uesb<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadoras no Laborat\u00f3rio da UESB Agr\u00e1rias enfrentando a lida bruta do campo tem, historicamente, um rosto masculino. No entanto, esse retrato emoldurado por d\u00e9cadas de exclus\u00e3o est\u00e1 sendo quebrado. 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