{"id":35168,"date":"2023-07-17T17:10:41","date_gmt":"2023-07-17T20:10:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/?p=35168"},"modified":"2023-07-17T17:10:42","modified_gmt":"2023-07-17T20:10:42","slug":"uesb-utiliza-contacao-de-historias-para-valorizar-identidade-afro-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/uesb-utiliza-contacao-de-historias-para-valorizar-identidade-afro-brasileira\/","title":{"rendered":"Uesb utiliza conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias para valorizar identidade afro-brasileira"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Projeto_de_Extensao_Contando_Africanidades.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-35169\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.lulelisnoticias.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Contando_Africanidades.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-35170\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A escola \u00e9 um espa\u00e7o educativo e que, tamb\u00e9m, desempenha papel formativo. Nesse sentido, a literatura infantil pode ser utilizada para valoriza\u00e7\u00e3o da cultura, identidade e beleza afro-brasileira, por exemplo. Nessa perspectiva, \u00e9 que atua o projeto de extens\u00e3o \u201cContando Africanidades\u201d, coordenado pela professora Let\u00edcia Azevedo, vinculada ao Departamento de Ci\u00eancias Humanas Educa\u00e7\u00e3o e Linguagem (Dchel), campus de Itapetinga.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto realiza sess\u00f5es de conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias em institui\u00e7\u00f5es de ensino, utilizando a literatura infantil para valorizar as matrizes culturais e \u00e9tnicas brasileiras. De acordo com Azevedo, a proposta surgiu de um desejo de inf\u00e2ncia de se sentir representada na literatura. \u201cA minha inf\u00e2ncia foi marcada pela invisibilidade dentro da literatura escolar, do meu corpo enquanto representante de um povo negligenciado historicamente, do meu povo negro, da minha negritude. Eu n\u00e3o conseguia me ver na literatura, dentro do espa\u00e7o escolar\u201d, comentou.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora conta que foi no \u00d3rg\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o e Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnicas (Odeere) da Uesb, na \u00e9poca em que ainda era estudante, onde teve contato com literaturas que ressaltam a cultura africana e seus valores. \u201cFoi l\u00e1 que eu tive contato com a primeira hist\u00f3ria, \u2018As tran\u00e7as de Bintou\u2019, e me recordo que tomei posse dessa hist\u00f3ria e trouxe para o \u2018Contando\u2019. Eu me encantei\u201d, relembrou.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de atender as institui\u00e7\u00f5es de ensino p\u00fablico e privado, bem como entidades civis do munic\u00edpio de Itapetinga, atualmente, o projeto ampliou sua atua\u00e7\u00e3o e atende convites de espa\u00e7os educativos de toda regi\u00e3o, abrangendo tamb\u00e9m a zona rural. Assim, a iniciativa tem levado \u201cessa hist\u00f3ria de reconhecimento para que esse aluno negro, que tenha essa ancestralidade, se reconhe\u00e7a na literatura, que veja, atrav\u00e9s das sess\u00f5es, a import\u00e2ncia de se enxergar, de ter esse pertencimento\u201d, sublinhou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escola \u00e9 um espa\u00e7o educativo e que, tamb\u00e9m, desempenha papel formativo. Nesse sentido, a literatura infantil pode ser utilizada para valoriza\u00e7\u00e3o da cultura, identidade e beleza afro-brasileira, por exemplo. 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