Para festejar o Dia Nacional do Forró, comemorado neste domingo (13), a 11ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária traz a live do forrozeiro Adelmario Coelho, que poderá ser conferida no site www.feiradaagriculturafamiliar.com.br, com transmissão ao vivo no canal SDRBahia, no Youtube, às 19h .A live encerra com chave de ouro o último dia da maior feira da agricultura familiar do país, que esse ano é 100% online e gratuita. Toda programação está disponível no site www.feiradaagriculturafamiliar.com.br.
Nesta sexta-feira (11), será a vez de Magary Lord, e no sábado (12) tem Adelmo Casé. O evento já contou com a participação de artistas baianos como Del Feliz, Margareth Menezes e Daniel Vieira.
Nesta sexta-feira (11), será a vez de Magary Lord, e no sábado (12) tem Adelmo Casé. O evento já contou com a participação de artistas baianos como Del Feliz, Margareth Menezes e Daniel Vieira.
Os shows fazem parte de uma programação diversa, com palestras, Cozinha Show, o espaço Trilhas para os internautas conhecerem as diferentes Territórios de Identidade do estado e o espaço Rotas, com os Sistemas Produtivos da Agricultura Familiar.
Além disso, quem acessar o site pode fazer compras na loja virtual, onde mais de 600 produtos de associações e cooperativas da agricultura familiar de todo o estado estão sendo comercializados. A entrega é gratuita em Salvador e em vários municípios da Região Metropolitana.
O evento é uma realização da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da União das Cooperativas da Agricultura Familiar (Unicafes). A ação integra a estratégia do Governo do Estado de promover espaços de comercialização dos produtos da agricultura familiar.
Lu Lelis – Notícias Notícias – Social – Dicas de Saúde

Até o momento, o governo do Estado não pretende interromper o transporte intermunicipal no estado, mesmo com essa segunda onda do covid-19. Segundo a assessoria de comunicação do estado, a medida não se faz necessária “tendo em vista de que o vírus já está disseminado em todo o estado”. Na última segunda-feira (7), o governador Rui Costa reconheceu que o estado enfrenta a segunda onda da Covid-19, uma vez que a taxa de contágio tem se mantido alta em todas as regiões. Na terça-feira (9), conforme boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) a taxa de crescimento é de 0,9%. Nas últimas 24h, 3.752 novos casos foram registrados. O total de casos ativos atualmente é de 11.229.



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) emitiu um alerta na segunda-feira (7), sobre uma investigação do primeiro caso positivo no país de Candida auris, fungo resistente a medicamentos que representa uma séria ameaça à saúde pública em virtude da taxa de letalidade próxima a 60%. O fungo foi detectado na última sexta-feira (4) no cateter de um paciente internado em um hospital privado da capital baiana. Foram realizadas duas contraprovas, sendo uma no Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) e outra na Universidade de São Paulo, que é a referência nacional do Ministério da Saúde, testando positivo em todas as ocasiões. De acordo com o alerta da Anvisa, o fungo apresenta resistência a vários medicamentos antifúngicos comumente utilizados para tratar infecções por Candida. Ele pode causar infecção em corrente sanguínea e outras infecções invasivas, sendo fatal, sobretudo, em pacientes com comorbidades. Também há uma propensão em causar surtos em decorrência da dificuldade de identificação oportuna pelos métodos laboratoriais rotineiros e de sua eliminação do ambiente contaminado.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia registrou um novo caso da doença de Haff na sexta-feira (13), totalizando 13 notificações em 2020. Desde agosto deste ano, habitantes dos municípios de Entre Rios, Salvador, Camaçari e, agora, Dias D’Ávila foram diagnosticados com a doença. A Secretaria confirmou que houve relatos de ingestão de pescado. Nos primeiros três casos, os pacientes consumiram um peixe conhecido como olho-de-boi e, aproximadamente sete horas depois, começaram a apresentar sintomas de fortes dores no corpo, tontura, náuseas e fraqueza. Mesmo que ainda não se saiba a origem exata da doença de Haff, pesquisadores notaram que todas as pessoas diagnosticadas consumiram algum animal que vive na água, muitas vezes doce. Acredita-se que o alimento ingerido tenha sido contaminado com alguma toxina, que não foi identificada. Como geralmente peixes herbívoros estão relacionados aos casos, as toxinas podem estar na vegetação, em algas ou outros micro-organismos.