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Em Jequié: FEC 22 movimentou a cultura, o social e a economia criativa territorial durante três dias no estacionamento do centro de cultura

A primeira edição da Feira de Economia Criativa do Médio Rio das Contas, a FEC-22, que aconteceu em Jequié de 28 a 30 de novembro, no espaço do Centro de Cultura, encerrando com sucesso a programação na noite de domingo, 30. O projeto idealizado pelo produtor e gestor cultural, Alysson Andrade, foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e tem o apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal.

Além da exposição e comercialização de produtos da economia criativa territorial, técnicos, proprietários de materiais de infraestrutura logística (como gerador de energia, som, luz, led, estruturas, etc), artistas e outros agentes que atuaram direta e indiretamente para a execução da FEC22, obtiveram rendas satisfatórias. Durante o evento, a feira ofereceu alimentação (café da manhã, almoço e jantar) para os  participantes credenciados, movimentando, portanto, a economia local. 

Nesse cenário, de acordo com a pesquisa, os empreendedores  movimentaram individualmente, em média, entre R$ 600 e R$ 1 mil reais por cada dia do evento, sendo a sexta-feira (dia 28/11) e o domingo (30/11), os dias de maior incremento financeiro para muito expositores.

Ausência da Gestão Municipal
Apesar de convidados oficialmente pela organização da FETEC, o prefeito Zé Cocá, o secretário municipal de Cultura e os vereadores, não compareceram à abertura do evento, mesmo sabendo da presença do Secretário de Cultura do estado da Bahia Bruno Monteiro, e também não enviaram representantes. A ausência completa da gestão municipal causou incômodo entre participantes e organizadores, especialmente por se tratar da 1ª Feira de Artes e Cultura do município — um espaço criado justamente para valorizar iniciativas locais e fortalecer o setor cultural. Para muitos, a falta de presença institucional indica descaso com a agenda cultural da cidade.

Crédito das Fotos: Dan Miranda

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