
Em coletiva de imprensa no plenário da Câmara de Vereadores na quinta-feira (26), o prefeito de Jequié Zé Cocá, apresentou o balanço do São João 2025. Em um vídeo circulando pelas redes sócias, o foco do prefeito, foi fazer sérias criticas a cantora Ana Castela que se apresentou em Jequié nos festejos juninos. No vídeo, o prefeito repudia o tratamento da mesma com o publico infantil, uma vez que a artista teria se recusado a tirar fotos com fãs, incluindo crianças, o que gerou frustração entre o público e reclamações quanto ao tratamento da equipe da cantora.
Segundo a fala do prefeito, “tentamos de tudo para que a cantora se apresentasse mais cedo e não conseguimos, além da mesma não ter permitido entrar com celular e disse ainda que só sairia do camarim, após todas as crianças fossem retiradas do palco para que ela pudesse descer. O prefeito disse ainda que se retirou do palco antes mesmo da cantora encerrar o Show”
Eu, como formadora de opinião — e sem a intenção de defender a cantora —, acredito que não havia nenhuma cláusula contratual ou acordo prévio que previsse a recepção de fãs no palco. E, convenhamos: exigir que uma artista abrace dezenas de crianças após mais de uma hora de show, sem qualquer preparo ou suporte de segurança, não é uma obrigação profissional — é uma escolha pessoal.
Muitos artistas, inclusive, evitam esse tipo de contato direto por orientação de suas equipes, seja por questões de segurança, logística ou saúde — especialmente em grandes eventos públicos. E isso não deve ser interpretado como descaso.
Enquanto o episódio viraliza nas redes sociais, uma pergunta começa a ecoar entre moradores e comerciantes locais: por que não destacar o que deu certo?
Praça cheia,
Economia aquecida,
Eventos bem organizados,
Nenhum incidente grave.
O São João cumpriu seu papel: foi grandioso, movimentado e seguro. O que faltou talvez tenha sido equilíbrio — não da artista, mas de quem deveria valorizar a festa que ajudou a realizar.
Lu Lelis – Notícias Notícias – Social – Dicas de Saúde